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A Saúde Mental na Comunidade

Só com a sua ajuda é possível apoiar famílias que cuidam de pessoas com  doença mental em casa.

É inegável o tremendo impacto que a doença mental tem no dia a dia da pessoa que dela sofre. Quando a doença não obriga a internamento hospitalar, a vida na comunidade faz-se com recolhimento, solidão e vergonha. Nas famílias que cuidam de pessoas com doença mental este efeito é ainda maior, principalmente porque a sensação de incapacidade e de impotência em lidar com a doença mental acumulam-se todos os dias. Por isso é frequente, também o familiar cuidador, ver a sua saúde física e mental degradarem-se até ao ponto de exaustão.

Embora frequentemente olhemos apenas a doença, devemos esforçar-nos para olhar para a pessoa. “Ele não era assim…” ou “pois, agora está muito diferente…” são expressões que ouvimos com frequência acerca das pessoas com doença mental. É também frequente evitarmos fazer perguntas ou fazemo-las sem de facto querermos ouvir a resposta. A discriminação das pessoas com doença mental e das suas famílias é uma realidade e, cada vez que acontece, deixa a nu, a imensa falta de compreensão da doença por parte de todos nós.

Esta é a pior forma de solidão, de desprezo e de discriminação.

Costumamos olhar para o que fazemos mal no passado com a expressão “se eu soubesse o que sei hoje…”. É de extrema importância que exista mais informação e conhecimento sobre a doença mental, uma vez que esta ainda é frequentemente mal entendida e, muitas vezes, associado a ideais errados e preconceitos do passado. Por isso, a Fundação S. João de Deus vem a promover apoios ao desenvolvimento de programas de promoção da saúde mental  familiar que contribuem para uma população mais informada e activa na integração social e profissional de pessoas com doença mental.

IBAN: PT50 0046 0053 0060 0129 8284 5.